quinta-feira, 10 de abril de 2014

Enfim, o Caribe: Península Ancón

"Amo esta isla,
soy del Caribe"
Mar do Caribe de Cuba, na Península Ancon.

Sempre sonhei em ir à Cuba, mas curioso, não vinculei meu desejo às suas belas paisagens naturais. Meu interesse pelo país sempre foi mais político e social e nunca me atentei para a localização privilegiada da ilha, no meio do Mar do Caribe. Tanto que ao planejar a viagem, pensávamos que conhecer apenas uma praia tipicamente caribenha já estava de bom tamanho. Ledo engano. A verdade é ao conhecer a primeira, nos apaixonamos de tal maneira, que fomos visitando inúmeras delas ao longo da viagem, tamanho o encantamento que ficamos com aquela cor de mar indescritível. Conforme íamos conhecendo as diversas praias (Maguana, Cayo Santa Maria, Mar Azul, etc) comecei a reparar nas diferenças de tonalidade de azul, na presença, ou ausência de algas, na cor e tamanho dos grãos de areia. Enfim, virei quase uma expert em praias caribenhas.
Mas a primeira delas, a Península Ancón, sempre vai ser lembrada por mim como a mais especial de todas. Afinal, a primeira vez no Caribe, a gente nunca esquece.

Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.
Península Ancón, vista de Trinidad

Claro que eu já havia visto fotos de várias praias caribenhas, dentro e fora de Cuba, mas ao vivo é ainda mais fenomenal. As praias do Sul do país (a saber, a costa voltada para a parte continental da América Central) tem um mar de um azul-bebê indescritível. As do lado norte, tem águas mais transparentes, (daquelas que a gente vê o pé, mesmo quando está no fundo), com uma coloração entre o verde e o azul, dependendo da região. Mas não interessa onde, as praias de Cuba são todas muito lindas.
Nem cogitamos conhecer as praias mais badaladas, como Varadero, Cayo Coco e outras. Além de caras, esses lugares não tinham o que mais queríamos conhecer: os cubanos. Dessa maneira, conseguimos conciliar paisagens fantásticas com a descoberta de um povo amigo e acolhedor. Objetivo alcançado.

De bike pela Península Ancón


A Península Ancón localiza-se ao sul de Trinidad, distante 10km do centro e seu mar turquesa com areia branca e fininha, encantam os turistas, desde quando a ilha abriu-se ao turismo, na década de 90. A Playa que dá nome à região é a mais turística, cheia de hotéis e restaurantes, mas ao longo da península, encontramos várias praiazinhas desertas e encantadoras e, claro, preferimos essas para nossos mergulhos. Segue o relato desse dia inesquecível.

Acordamos cedo e o nosso adorável anfitrião, Ángel, nos ajudou com o aluguel de bicicletas para seguirmos rumo à aventura do dia. Conseguimos bikes excelentes, muito melhores que as que alugamos no Brasil, como aconteceu em Itaúnas, quando fiquei traumatizada de tanto esforço que precisei fazer, pois as magrelas eram velhas e mal cuidadas. Logo onde menos esperávamos, conseguimos ótimas bikes e seguimos felizes pra península.

Dentro da cidade, o trânsito estava bem caótico, pois a cultura em Cuba é que o carro tem preferência. O pedestre que saia da frente. Durante os nossos dias no país, fomos (quase) atropelados algumas vezes, principalmente em Santiago, onde achamos mais difícil o trânsito.

Mas, em Trinidad não era assim tão ruim e seguimos em frente. Logo chegamos na estrada e descobrimos que não havia acostamento. Teríamos que pedalar pela pista mesmo, junto com os carros. A sorte é que as carreteras de Cuba são sempre bem vazias, afinal não há muitos carros no país.

De bicicleta pelo Caribe de Cuba, na Península Áncon.
No caminho para Península Ancón, com nossas super bikes alugadas

Apesar de poucos carros, foi nessa estrada que passamos a situação mais agoniante de toda a viagem. Estávamos tranquilos no nosso canto, quando dois carros (antigos, como quase todos em Cuba) nos ultrapassaram. O automóvel de trás estava correndo muito e quando chegou num trecho de descida, precisou frear pra não bater no pequeno caminhão que trafegava à sua frente e o motorista acabou perdendo o controle da direção, indo parar na outra faixa, por onde passava um caminhão de carga. O choque frontal foi inevitável e estrondoso. O caminhão virou, deixando toda a carga cair na estrada e a máquina (como os cubanos chamam os carros antigos que fazem transporte- informal- de passageiros) rodou na pista e foi para pro outro lado. O mais impressionante foi que estávamos a, no máximo, cem metros de distância e com o impacto da batida vi exatamente o motor do carro voando e caindo na pista, deixando vazar muita gasolina. A sensação que me deu foi de que tudo explodiria a qualquer momento, mas mesmo assim, paramos para prestar socorro. Por incrível que pareça, todos estavam relativamente bem e apenas uma moça sofrera um corte mais pronunciado na testa. O Thiago orientou que as pessoas saíssem logo dali, por causa do combustível que vazava e decidimos seguir nosso caminho, afinal, nenhuma das vítimas estava em estado grave. Mas confesso que a cena impactante do desastre ficou na minha cabeça e só foi superada, depois que vi o mar com a calma que ele sempre trás.

Logo depois do incidente, chegamos numa bifurcação: à esquerda, iríamos para o Porto de Casilda, um dos mais antigos do país, mas que não chegamos a conhecer. Escolhemos o caminho da direita, que nos levava para uma estrada belíssima às margens do mar. O caminho pela costa, começa na Playa La Boca, a mais frequentada pelos moradores de Trinidad. Não ficamos aqui por muito tempo, pois nosso plano era voltar por esse mesmo caminho, no fim da tarde, para ver o pôr do Sol naquele pequeno balneário.

Playa la Boca no Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.
Playa La Boca, a preferida dos moradores de Trinidad

Seguimos nosso caminho e confesso que estava um pouco decepcionada. Cadê o azul turquesa, que me prometeram? A cor do mar de La Boca era linda, claro, mas nada que não vejamos em Ubatuba, ou em muitas praias do nordeste. Só mais tarde, eu descobri o motivo dali ter um mar menos tipicamente caribenho: um rio desemboca na baía que forma La Boca, escurecendo um pouco a água. Mas muito mar ainda estava por vir e eu ainda não tinha visto nada.

Enfim, o Caribe...


Continuamos a pedalada e fomos sempre seguindo o mar. De repente, olhei pro lado e lá estava: atrás das árvores, um marzão de cor impressionantemente azul. De um azul que nunca tinha visto na vida.

Parei imediatamente, quase que sem acreditar e fiz uma foto, mas por mais que tenha me esforçado a imagem não corresponde ao que vimos ali, ao vivo. O Mar do Caribe é, definitivamente, inesquecível.

Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.
Pena que a imagem não faz jus ao que vimos ao vivo: a primeira vista do azul do Caribe, que sempre imaginei

A partir dali foi um festival de sustos e deslumbramentos: a cada curva, a cada coral, a cada nova paisagem. Foi simplesmente incrível ir passeando por aquele cenário paradisíaco. Essa região do país tem uma característica muito especial, que é a proximidade com a Sierra del Escambray, o que dá todo um charme pra paisagem. Quase todas as fotos saem com as majestosas montanhas atrás.

Sierra del Escambray e Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.
A Sierra del Escambray sempre compondo a paisagem

Encontramos alguns bois e vacas pastando nos arredores da pista e isso me fez lembrar de algo bem particular. A carne bovina é regulada em Cuba. Os cubanos normais não tem acesso à ela. Nem os turistas. Passamos todo o tempo lá sem comer um bifinho sequer. Como há pouca criação de gado no país, a carne vermelha é restrita aos pacientes que precisam dessa dieta por motivos especiais (anemia, por exemplo). Os demais ficam restritos a comer porco, frango e peixe. Não ouvi sobre restrição de leite. Acredito que vacas leiteiras devam existir em quantidade suficiente para suprir toda a ilha.

Bem, depois de já estarmos sem fôlego (menos pela pedalada, que foi leve e mais pela beleza do lugar) chegamos num dos pontos mais propícios da península para o mergulho: a costa rochosa, repleta de corais e de água quase transparente.
Paramos num dos pontos de mergulho e o Thi se divertiu com a placa, que convidava o visitante a ficar relacks. Esse foi nosso lema pelo resto da viagem.

Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.
A place to relacks...

Entramos ali para relacksar e curtir a paisagem. Na minha opinião, esse foi o lugar mais lindo que conhecemos de toda a península. Os corais fazem desenhos impressionantes na costa e nas suas reentrâncias vislumbramos a água cristalina. Ao fundo, aquelas montanhas lindas. Nunca vou esquecer desse lugar. O Caribe do meu imaginário é aqui, não tenho dúvidas.
Ali, alguns rapazes alugavam equipamento para snorkeling e, como sempre, o Thiago já foi puxando conversa. E depois que disseram que o Thi parecia Venezuelano, pelo sotaque, ele ficou todo orgulhoso achando que enrolava bem com seu castellano.

Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.
Enfim, o Caribe...

Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.
Nessa região, os corais formam piscinas naturais, perfeitas para o mergulho

Eu tirei dezenas de fotos desse lugar e vou deixar para anexar as demais no fim desse post para poder prosseguir no meu relato, afinal o dia ainda estava no início e ainda tinha muita água para rolar até a noite.

Depois de relaxar bastante, continuamos pela estrada e saímos da região dos corais, chegando numa área de praias de verdade, daquelas de areia branca fininha. Coisa linda de ver e de tomar banho. A primeira que paramos era bem deserta e, quando encontramos um rapaz cubano,aproveitamos o raro ensejo para perguntar o nome do lugar, que chama-se Costa Sur (não sei se o nome da praia, ou apenas uma referência geográfica). O Thiago estava louco por um banho e já queria ficar por ali mesmo, mas eu insisti que queria conhecer a famosa Playa Ancón e consegui segurar a ansiedade dele em cair na água.

Costa Sur da Península Áncon, no Caribe de Cuba.
Costa Sur

Aqui fica claro a diferença entre as praias mais turísticas e as mais naturais: nos resorts, funcionários passam o dia limpando a areia, tirando as folhas e outros detritos naturais, ou humanos; nas praias mais desertas, as folhas estão ali e, ao meu ver, deixam a paisagem muito mais autêntica.

Entre a Costa Sur e a Playa Áncon

Da Costa Sur para a Playa Ancón, precisamos desviar de um condomínio de casas (obviamente para o turistas) e nos afastamos do mar. No caminho, passamos por um impressionante mangue seco enorme e fiquei pensando como ele se formou. Como o mar chegou até ali?

Mangue seco na Península Áncon, no Caribe de Cuba.
Impressionante mangue seco, no meio da península

Depois de uma curva na estrada, finalmente chegamos a praia mais badalada da região. De cara, me decepcionei com o que vi: um hotel ENORME poluía o visual que seria deslumbrante sem aquele trambolho na paisagem. A praia é extensa e bem mais povoada do que qualquer outra que havíamos passado até então.

Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.
Playa Ancón com seus hotéis à beira mar

Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.
Piratas do Caribe

Decidimos não ficar ali e iríamos voltar pra alguma das prainhas desertas que conheceramos no caminho, mas antes de voltar queríamos tomar nosso primeiro (e merecido) banho de mar, no Caribe.

Já tínhamos prendido as bicicletas e tirado a roupa, quando um senhor veio ao nosso encontro. Segundo ele, teríamos que pagar para estacionar as bikes e nos recomendava ficar em outro lugar da praia (obviamente mais movimentado e cheio de restaurantes). Nós, que já não tínhamos mesmo gostado do clima excessivamente turístico do lugar, decidimos ir embora e, mais uma vez, tivemos que adiar nosso mergulho.

Voltamos por um caminho diferente e passamos por mais algumas praias lindas, até que chegamos numa mais ou menos badaladinha, chamada María Aguilar. Ali havia um restaurante e guarda sóis naturais, mas ainda era muito agito pro nosso gosto, além de não estarmos dispostos a pagar pra ficar na praia.

Praia Maria Aguilar, no Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.
Maria Aguilar

Continuamos nossa saga em busca de um lugar ao Sol e descobrimos uma praia bem tranquilinha, próxima à Maria Aguilar, vazia e com sombrinha embaixo das árvores. Foi ali que, finalmente, conseguimos tomar nosso primeiro banho de mar. A água estava deliciosa: nem fria, nem quente e ficamos bastante tempo ali curtindo. Foi inesquecível.
Inspirados pela experiência de alguns amigos bem queridos, que fundaram (informalmente, claro) uma praia de nudismo, em Moreré e que nomearam carinhosamente de Curva do Nu, nós decidimos abrir uma filial da mesma no Caribe. A sede é mais profissional e tem até placa, mas nós que nunca planejamos nada, a batizamos apenas em nossos pensamentos e, então, nos permitimos usufruir da recém inaugurada Curva Desnuda.

La Curva Desnuda, no Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.
La Curva Desnuda

Ficamos na Curva por bastante tempo, até que começamos a ver que o Sol já começava a baixar. Era hora de começarmos a viagem de volta para conseguirmos ver o pôr do Sol em La Boca.

Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.
Iniciando o caminho de volta

No meio do caminho, paramos num restaurante na beira da praia, chamado Grill Caribe e uma cena inesquecível se passou. A garçonete nos perguntou, meio sem graça:
- De onde vocês são?
Dissemos que éramos brasileiros e ela abriu um sorrisão (como todos os cubanos fazem com os brasileiros) e falou:
- Eu estava pensando assim: mas por que esse cubano está falando com sotaque estrangeiro?

Demos umas boas gargalhas e o Thi, mais uma vez, ficou todo orgulhoso de se parecer com os cubanos, mas dessa vez não foi pela língua e, sim, pela cor.

O inesquecível entardecer em La Boca


Finalmente, chegamos em La Boca e lá já nos sentimos de volta à Cuba: casas de nativos e restaurantes simples, várias pessoas nas ruas e nas praias (a maioria, cubanos).
Passamos por uma espécie de boteco à beira-mar e decidimos parar ali pra sentir o clima. Tocava uma música estupidamente alta e ruim (o maldito reggaeton que invadiu Cuba) e só havia homens no lugar. A cerveja era estupidamente barata (e ruim) e eu ainda levei uma bronca do Thiago, quando fui tirar uma foto, pois ele achou que as pessoas se sentiriam invadidas. Acabamos desistindo de ficar ali e seguimos para a praia mesmo.

Nativo de Cuba, fazendo artesanato em La Boca, na Península Áncon.
Rapaz fazendo artesanato com conchas, em La Boca

O fim de tarde estava fenomenal, com uma luz deliciosa para fotografar e passear. Foi o que fizemos por ali até o pôr do Sol.

Fim de tarde no Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.
Fim de tarde

Em La Boca ocorre o encontro do Rio Guaurabo com o mar e, por isso mesmo, a água aqui não é tão transparente como no resto da península, mas o lugar é de uma beleza encantadora, principalmente por ser frequentada por pescadores e pessoas simples, que tem o rio e o mar como sua fonte de sobrevivência.

Rio Guaurabo, em La Boca, no Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.
Rio Guaurabo

Rio Guaurabo, no Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.
Encontro do rio com o mar

Ficamos ali na barra do rio observando o movimento, enquanto vários nativos faziam a travessia com um barqueiro que constantemente ia e vinha de um lado pro outro das margens. Quando o movimentou cessou, o rapaz veio até a nossa direção e nos pediu que olhássemos sua canoa, enquanto ele ia buscar suas filhas, que estavam chegando da escola.
Como as meninas não chegavam, ele voltou e engatamos numa prosa, enquanto ele as esperava. O moço se chamava Osnel e nascera por ali mesmo. Chegou a morar na cidade, mas não gostou. Segundo ele, naquelas terras (e águas) tinha tudo que precisava: se o dinheiro faltava, ia pro mar e trazia peixes para vender. Simples assim. Depois da prosa, Osnel seguiu com seu barquinho pra dentro do rio e foi seguir sua vida de pescador.

Nativos atravessando o Rio Guaurabo, no Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.
Osnel (dentro do barco) fazendo seu trabalho de travessia entre as margens do rio

Curioso que tive a sensação de que o pôr do Sol em Cuba é mais lento que o do Brasil. Ficamos ali bastante tempo com o Sol baixo, mas demorou até que ele fosse de todo embora. Enquanto esperávamos, o Thiago resolveu espiar uns meninos que jogavam beisebol ali perto. Esse é um dos esportes mais populares (junto com o boxe) do país e é bem comum vermos jovens jogando nas ruas. E o mais engraçado é que eles jogam com o que tem: tocos de madeira, bola de meia e assim por diante. Em Cuba, quase tudo é na base do improviso.

Nativo jogando beisebol, esporte mais comum de Cuba
Beisebol, o esporte mais popular de Cuba

Finalmente, o Sol começou a se despedir e pra nossa surpresa, Osnel reapareceu no seu barco, junto com outros barqueiros, todos seguindo o caminho para alto-mar: era hora de irem trabalhar. Os três barcos pareciam que estavam posando pra nossas fotos de tão harmônicos que se posicionaram, junto com o Solzão que se despedia. Foi um espetáculo e achei mesmo que foi o entardecer mais bonito de toda viagem. O pôr do Sol só não foi mais bonito do que o que vimos no Malecón de Havana, já no fim da viagem.

Nativos de Cuba saem para pescar no Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.
Enquanto o Sol se despede, Osnel e seus companheiros seguem para alto-mar

Foi uma grata surpresa aquele fim de tarde junto aos cubanos, depois de passarmos o dia todo quase sozinhos.
Voltamos já com a noite caindo e aceleramos no pedal, com medo da estrada após o acidente que vimos de dia. Eu nem sei de onde tirei tanta energia, mas não dei bola pro cansaço e só pensava em chegar logo o fim daquela via (que não tinha acostamento e nem iluminação pública- e estávamos com bicicletas sem sinalização noturna). Chegamos, finalmente, na cidade e, finalmente, eu pude descansar tranquila.

Quando chegamos em casa, o jantar já nos esperava e tivemos uma agradável noite com Ángel e Iliana, que já relatei no post anterior.

Mais fotos da Península Ancón:

Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.

Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.

Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.

Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.

Fim de tarde no Mar do Caribe de Cuba, na Península Áncon.


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2 comentários:

  1. cada foto melhor q a outra !!
    esse país é incrível mesmo, aguardamos os próximos posts

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    1. Olá, Gabriel. Cuba é fantástico mesmo. Os próximos posts já estão no forno. Só preciso arrumar tempo pra finalizá-los! rs Ainda tenho muita história pra contar... :)

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