# Montanha América do Sul barato: 7 destinos com hospedagem em conta

> Montanha América do Sul barato oferece sete destinos com hospedagem a partir de R$ 80 por diária. Trilhas, vulcões e vilarejos andinos compõem roteiros econômicos em países como Peru, Bolívia, Equador e Chile. A região concentra opções para diferentes perfis, com variação de duração e época ideal de visita. Os valores citados referem-se a hospedagens simples, sem incluir transporte ou alimentação.

*Nativos do Mundo · América do Sul · 31 de agosto de 2026 · Camila Estrela*

Quer montanha na América do Sul barato? A região tem trilhas, vulcões e vilarejos andinos com diárias a partir de R$ 80. Veja onde ir, quando e quanto leva.

Viajar para a montanha na América do Sul barato não exige abrir mão de paisagem. A região concentra a Cordilheira dos Andes, com picos acima de 6.000 metros, vilarejos coloniais e trilhas que custam menos que um fim de semana em destinos brasileiros. A hospedagem em albergues e pousadas familiares varia, em média, de R$ 80 a R$ 150 por diária, dependendo do país e da época. Abaixo, sete destinos que combinam altitude, natureza e custo acessível, ordenados por relação entre experiência e preço.

## 1. Huascarán (Peru)

O Parque Nacional Huascarán, na Cordilheira Branca, é o destino mais completo para quem busca montanha barata. A cidade base, Huaraz, tem dezenas de albergues com diárias a partir de R$ 70. A Laguna 69, trilha mais famosa, custa cerca de R$ 20 de entrada e pode ser feita por conta própria, sem agência. O pico Huascarán, com 6.768 metros, é o mais alto do Peru, mas exige aclimatação prévia de pelo menos dois dias.

## 2. Vale do Colca (Peru)

O cânion do Colca, próximo a Arequipa, oferece montanha e cultura andina por preço baixo. A entrada custa cerca de R$ 30, e a hospedagem em Chivay ou Cabanaconde sai por R$ 60 a R$ 90 a noite. O mirante Cruz del Cóndor, onde é possível ver o voo dos condores, é gratuito. Diferente de Huascarán, o Colca tem menos trilhas técnicas e mais vilarejos, ideal para quem prefere caminhadas leves.

## 3. Sucre (Bolívia)

Sucre, capital constitucional da Bolívia, fica a 2.750 metros e serve de base para o Parque Nacional Cordillera de los Frailes. A hospedagem em casa de família custa cerca de R$ 50 por noite, incluindo café da manhã. As trilhas para as comunidades de Maragua e Chaunaca custam menos de R$ 15 de transporte local. A cidade em si é patrimônio da UNESCO, o que agrega valor histórico sem custo extra.

## 4. Mendoza (Argentina)

Mendoza é a porta de entrada para o Aconcágua, o pico mais alto das Américas, com 6.961 metros. Ver a montanha não exige pagar expedição: o Parque Provincial Aconcágua cobra cerca de R$ 40 para acesso ao mirante. A hospedagem em albergues no centro da cidade varia de R$ 90 a R$ 130. A época ideal é entre dezembro e fevereiro, quando as temperaturas são mais amenas e há menos neve nas trilhas de base.

## 5. Parque Nacional Los Glaciares (Argentina)

Em El Calafate, a montanha se mistura com geleiras. A entrada para o parque custa cerca de R$ 80, e o passeio ao Glaciar Perito Moreno pode ser feito por conta própria, sem guia. A hospedagem em hostels na cidade sai por R$ 100 a R$ 150. O custo é mais alto que em outros destinos da lista, mas a infraestrutura é melhor, com restaurantes e transporte público regular.

## 6. Cajón del Maipo (Chile)

A 90 km de Santiago, o Cajón del Maipo é uma alternativa barata para quem já está no Chile. A entrada no Parque El Morado custa cerca de R$ 25, e a hospedagem em refúgios de montanha fica em R$ 80 por noite. O ponto alto é o mirante do Glaciar San Francisco, acessível por trilha de 4 horas. O contraexemplo: nos fins de semana, o local lota de santiaguinos, então o ideal é ir em dia útil.

## 7. Parque Nacional Torres del Paine (Chile)

Fechar a lista com Torres del Paine parece contradizer a ideia de barato, mas o parque tem opções econômicas. O camping gratuito em áreas autorizadas reduz o custo de hospedagem para quase zero, e a entrada custa cerca de R$ 60. A cidade base, Puerto Natales, tem albergues a partir de R$ 90. O contra: o transporte interno é caro, então planeje caminhar ou dividir táxi com outros viajantes.

## Qual escolher?

Para quem quer o menor custo absoluto, Huascarán e Sucre oferecem diárias abaixo de R$ 80. Se o objetivo é combinar montanha com infraestrutura, Mendoza e El Calafate são mais caros, mas evitam surpresas. Para quem busca trilha sem agência, o Colca e o Cajón del Maipo são os mais simples de explorar por conta própria.

## FAQ

### Qual a melhor época para montanha na América do Sul barato?

Entre maio e setembro, no inverno andino, os preços de hospedagem caem e o céu fica mais limpo. Em Mendoza e no Chile, prefira dezembro a fevereiro, quando o frio é menos intenso.

### Precisa de guia para trilhas?

Em Huascarán e Torres del Paine, é recomendado para trilhas longas. No Colca e no Cajón del Maipo, é possível ir sem guia, mas sempre registre o plano na administração do parque.

### Quanto custa, em média, por dia?

Em destinos como Huaraz e Sucre, o custo diário fica entre R$ 80 e R$ 120, incluindo hospedagem, comida e transporte local. Em El Calafate, o valor sobe para R$ 200.

### É preciso se aclimatar?

Sim, acima de 3.000 metros. Passe pelo menos um dia em altitude antes de fazer trilhas longas. Em Huascarán, dois dias são recomendados.

### Hospedagem barata inclui café da manhã?

Em casas de família na Bolívia e no Peru, geralmente sim. Em hostels no Chile e na Argentina, o café é cobrado à parte, em média R$ 15.

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Fonte (canonical): https://www.nativosdomundo.com.br/america-do-sul/montanha-america-do-sul-barato-7-destinos-com-hospedagem-em-conta/
